Publicado por: monge pensador | 02/01/2011

Renovando as esperanças

 

Confesso que estive afastado da difícil tarefa de postagem dos meus sites e blogs por uma questão meramente de desleixo com o uso racional do tempo, mas pretendo ser mais presente e mais efetivo neste ano de 2011.  No ano passado, conquistei alguns privilégios importantes e de destaque. Concluí o meu curso de especialização em Educação Geo-Ambiental, montei um blog (Imaginação e Imagens) onde posto, com certa frequência, as minhas criações de arte.    Espero poder concretizar, de uma vez por todas, a minha condição de escritor, conciliando-a com as minhas criações de arte. Afinal, acendi um farol para que eu possa navegar de forma segura nas minhas aspirações.

Publicado por: monge pensador | 12/05/2010

Minha infância

 (desenho do autor – reprodução proibida)

Gonçalves Dias que me perdoe. Quem mandou ele ter nascido antes de mim.  Talvez  jamais eu venha chegar aos seus pés, mas quero falar da minha terra (planalto serrano de Santa Catarina) com a mesma emoção. Eu disse: emoção e não falei em competência.

Quando se arreda o pé da querência, bate uma  profunda nostalgia , igual ao banzo. A vista procura lugares que não estão na paisagem. O ouvido campeia sons que não existem.

Quem é que não lembra da histórinha “A Bela e a Fera”, de  Gabrielle-Suzanne Barbot, a   Dama de Villeneuve? Por mais que se viva uma visão ímpar da beleza paradísica, alguma coisa faz falta. 

Mas como eu falava… Gonçalves Dias que me dê todas as licenças, inclusive a da poesia mal farquejada, mas vou cantar minha nostalgia:

Canção do Exímio (eu sei que é exílio)

Minha terra tem pinheiros,

Onde grita a gralha azul,

As aves que aqui twitam

Não me lembram as do Sul.

Nosso céu temas de estrelas,

Nossas várzeas outras cores,

Nossos bosques, mata sortida,

Nossa vida, outros valores.

E chega de estragar os impecáveis versos do imortal poeta.  Antes  de concluir, quero ainda falar das curucacas que pousam em bando nos potreiros e se abrigam nas araucárias. Dos antigos carijos,  que expandiam em tênue fumaça pela mata, exalando o doce aroma da erva-mate sendo sapecada nos barbaquás.   O ruído dos giraus, bem lembra os antigos engenhos de cana-de-açúcar. A voz de comando aos cavalos de tração atrelados ao pião, eram cantigas rudes, mas eram indício da vida ativa. O frio galopando o vento-sul, se encarregava da reflexão.  Enfim… vou parar para não chorar,  com perdão do trocadilho.  

Publicado por: monge pensador | 11/06/2009

Pensando…

 Tudo é pensamento. A vida é uma sucessão de idéias e pensamentos encadeados no tempo e no espaço. É gratificante saber que podemos materializar nossas emoções, criações, conceitos e visão do mundo subjetivo através da expressão concreta e material. De que valeria a vida se ficássemos enclausurados no nosso próprio interior. Não vivemos numa caverna sem acesso para o real. A palavra nos permite abrir a alma e derramá-la sobre tudo. Abençoada seja a palavra!!

Eu sou um pensador. Dentro de mim mora um monge sensor, amigo e crítico que controla minhas ações, conceitos e criatividade. Por meu intermédio ele se manifesta.

RECICLAGEM

Trecho do livro “Educação ou adestramento ambiental”
 

  * A Dra. Paula Brügger é professora do Deptº de Ecologia e Zoologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), onde leciona “Conservação de Recursos Naturais” e “Meio Ambiente e Desenvolvimento”. Graduou-se em Biologia e fez especialização em Hidroecologia. Fez seu mestrado em Educação, “Ciência e Educação”, e doutorado em Ciências Sociais, “Sociedade e Meio Ambiente”. 

“A reciclagem – vista como um fim em si mesmo -, tem ainda outros

 impactos negativos no universo ético e pedagógico. Na medida em que se 

estimula a reciclagem, somente, cria-se uma mentalidade de que não é

preciso mais reduzir ou reutilizar, a não ser por necessidade, já que

tudo pode (teoricamente) ser reciclado. Esse “teoricamente” é

justamente um dos problemas porque nem tudo o que é reciclável, é

efetivamente reciclado. O estímulo à reciclagem tout court pode ter

ainda um efeito pedagógico indesejável quando as escolas organizam

gincanas cuja premiação se baseia na quantidade de sucata juntada.

Professores com uma visão mais crítica observaram que em muitos casos

as crianças pediam para que seus pais aumentassem o volume de compra

de itens recicláveis a fim de alcançarem a meta proposta pela gincana

e assim vencerem. O aprendizado “oculto”, porém efetivo, nesses casos

acaba sendo um estímulo ao consumismo e à competitividade, valores que

se encontram na contramão das visões críticas sobre a questão

ambiental,  e que deveriam ser precisamente combatidos ou pelo menos

rediscutidos. A forma como a questão do lixo vem sendo abordada na

educação (tanto formal quanto informal) ilustra muito bem de que

maneira um tema que deveria ser “gerador” ou “fio condutor” se

adultera em um tipo de instrução de caráter essencialmente técnico,

que mais se assemelha a um “adestramento”, como destaquei no segundo

capitulo. E isso acontece porque, mais uma vez, as possíveis soluções

para o problema em questão são encaradas sob uma perspectiva meramente

técnica (p.100)”(da 3ª edição) da Profª. Dra. Paula Brügger* (UFSC)

Spam, um lixo que custa caro

Relatório da I.C.F. International revela números alarmantes sobre as emissões de gases do efeito estufa causadas pela circulação de spams na internet

http://www.planeta-inteligente.com/page/article/id/38/Spam-um-lixo-que-custa-caro

Publicado por: monge pensador | 11/06/2009

Hello world!(Alô mundo)

ciclo

 ODILON TRINDADE, catarinense, professor desde 1964.  Desde cedo demonstrou gosto pela Artes e Letras. Aos 16 anos, escreveu a sua primeira peça de teatro, apresentada em três cidades com sucesso.  É graduado em Letras e Direito, com especialização em Estrutura do Texto Literário e Educação Geo-Ambiental. Foi presidente do Mobral,  Membro da Liga de Defesa Nacional, Membro da Defesa Civil, Presidente da Junta de Municipal  Desportiva de Papanduva-SC, Diretor de Cultura da OAB (secção de Joinville), fundador e primeiro presidente da Associação de Moradores do Bairro  Santa Rosa de Lima em Joinville/SC, Procurador do Município de Papanduva (1989-2002), funcionário da COPEL/PR, Presidente da Associação de Artistas Plásticos de Papanduva/SC.

Atualmente, mora em Itacaré/BA, onde exerce o cargo de Diretor de Projetos na Secretaria Municipal de Educação.

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